É sempre novos olhos
olhando a relva que balança com o vento dançarino...
olhando a relva que balança com o vento dançarino...
Sangue escorre para o nunca...tristeza que se desfaz no piano.
É hoje o dia do sino, o dia da reza, o dia do palhaço, e do cachorro.
A felicidade das flores de plástico aquece o meu corpo...
Me perder no sonho , sonho.,, Sentir as ondas imaginárias dançantes...
Fogo, fósforo, segredo, céu, caverna, ignorância, alucinação...
Estou correndo dos piratas, dos canibais, dos portugueses.
O Farol me deixa concentrada e eu posso seguir aquecida ao portal...Segredo dos deuses..Dos sonhos...
Me esconder..
Me esconder..